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Cientistas devem clonar rinoceronte recentemente extinto

Há poucos dias, foi divulgada a triste notícia da morte do último espécime macho do rinoceronte-branco do norte, sacrificado aos 45 anos devido ao seu mau estado de saúde. O animal, chamado Sudan, era um dos três últimos representantes de sua espécie. Ele deixou uma filha e uma neta, mas, por serem ambas fêmeas, pensava-se que havia chegado, em definitivo, o fim dessa espécie. No entanto, uma nova notícia poderá mudar o curso dessa história trágica.

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O Instituto de Pesquisa Sobre a Conservação de San Diego, nos Estados Unidos, anunciou que planeja clonar Sudan para fecundar in vitro uma fêmea de aluguel e, assim, dar outra chance de sobrevivência a essa espécie à beira da extinção definitiva. O instituto, voltado à pesquisa biológica, possui amostras do material genético de 12 espécimes do rinoceronte-branco, entre eles, o de Sudan.

“Ao contrário do passado, agora podemos considerar um resgate genético para devolver à vida as espécies que perdemos. Esperamos uma variabilidade genética suficiente para criar uma nova população, mas só saberemos disso em duas ou três gerações”, declarou à imprensa Oliver A. Ryder, diretor do instituto.

Fonte: EFE

Imagem: Coralie, via Wikimedia Commons