OVNIS

Unidade do Pentágono que investiga óvnis deve começar a revelar descobertas ao público

De acordo com o New York Times, um recente relatório do Senado dos Estados Unidos cita o misterioso programa do Pentágono responsável por investigar óvnis. De acordo com  o documento, a unidade, batizada de Força-Tarefa de Fenômenos Aéreos Não Identificados, deve começar a “padronizar a coleta e os relatórios” sobre avistamentos inexplicáveis. Além disso, algumas de suas descobertas devem ser relatadas ao público dentro de 180 dias após a aprovação de um ato de autorização de inteligência. 

O Pentágono trata o programa de forma quase secreta. Seu objetivo principal não é a busca por naves alienígenas, mas investigar tecnologias avançadas de países rivais. O senador Marco Rubio, que preside um comitê de inteligência do Senado, afirmou que se preocupa com relatos de veículos não identificados sobrevoando o país. Ele teme que China ou Rússia tenham desenvolvido equipamentos sofisticados que possam ameaçar os EUA.

Há mais de uma década o programa do Pentágono produz relatórios secretos para comitês do Congresso, executivos de empresas aeroespaciais e outros funcionários do governo. Alguns documentos abordariam a descoberta de materiais de origem supostamente desconhecida recolhidos de óvnis, como fragmentos de metal inusitados. 

Eric W. Davis, astrofísico que atua como consultor do programa do Pentágono acredita que alguns desses materiais não poderiam ter sido produzidos por humanos. Ele afirmou ao New York Times que recentemente entregou um relatório ao Departamento de Defesa abordando o resgate de de "veículos de outro mundo que não foram fabricados na Terra". Luis Elizondo, que dirigiu o programa até 2017, já afirmou que acredita que  “há uma possibilidade que nesse universo haja outro tipo de vida tão ou mais inteligente que a nossa”

O interesse por esses avistamentos aumentou depois que o Pentágono confirmou a veracidade de vídeos que mostravam objetos voadores não identificados filmados por pilotos militares dos EUA.  


Fonte: New York Times

Imagem: Departamento de Defesa dos EUA, via Wikimedia Commons